Biografia

Em meio às transformações constantes no cenário musical, onde a tecnologia proporciona um novo contexto fonográfico, nasce o Maré Cheia, uma banda carioca há alguns anos na estrada, que lançou seu primeiro trabalho autoral nas plataformas digitais ano passado (2016) pela gravadora Gufo Records e já está com tudo pronto para lançar seu novo EP, produzido por Juliano Cortuah no estúdio Nave 33.

Com um repertório diversificado e autêntico, pautado no imortal Pop rock, o Maré Cheia vem se destacando em festivais e apresentações pelo Rio de Janeiro, São Paulo, Goiânia e Brasília. Releituras inéditas, canções autorais e modernas consolidam um show que vem sendo elogiado por grandes críticos do meio musical.

A banda vem ganhando espaço dentro do cenário pop brasileiro devido a sua ousadia, talento e determinação e é composta por quatro integrantes: Luciano Santos (compositor, vocalista e guitarrista); Paulinho Ferraz (tecladista e backing vocal), Renan Mesquita (baterista) e Edu Amorim (baixista, backing vocal e autor, em parceria com Luciano, de quatro das canções da banda: Meu mundo de paz, Uma razão pra viver, Só Você Me Faz Feliz e Preciso Te Esquecer).

Referências musicais:
Jota Quest, Skank, Capital Inicial, LS Jack, RPM, Paralamas do Sucesso, Bruno Mars, Maroon 5…

Luciano Santos

Guitarra e Voz Principal

Músico desde os 12 anos, fascinou-se primeiro pelo violão e posteriormente pela arte do canto.

Formou-se em letras pela UFRJ e aos 18 anos iniciou sua carreira como músico e compositor. Dentre as suas composições se destacam as músicas: “Mas Por quê”, “Como um Sonho”, “Meu Jeito De Te Amar”, “Preciso Dizer”, “Volte Aqui” entre outras canções do Maré Cheia.

Com a garra e a vontade de realizar um sonho como artista, desenvolveu arranjos e produziu as músicas ao longo da pré-produção até chegar ao CD Maré Cheia. Além disso, se dedica aos alunos, passando toda sua bagagem da música através da arte de cantar e tocar violão.

Edu Amorim

Baixo e Vocal

Iniciou sua vida musical aos 14 anos de idade, por acaso. Um violão no canto da parede acabou por despertar o que seria sua maior alegria. Autodidata, passou a tocar baixo dois anos depois, e com isso pôde ingressar em bandas de estilos variados. No Maré Cheia, descobriu sua verdadeira identidade musical, realizando algumas experiências relacionadas à pré-produção dos trabalhos autorais.

Hoje, Edu Amorim vem ao lado do Maré Cheia para mostrar a mais grave das frequências do cenário pop rock nacional.

Paulinho Ferraz

Teclado e Vocal

Paulinho Ferraz iniciou sua carreira como músico ao estudar piano clássico num tradicional curso ligado ao Conservatório Brasileiro de Música – RJ. Teve influências musicais como: chorinho, jovem guarda, Roberto Carlos até os clássicos do rock como: Little Richard, Led Zepellin, The Doors, Santana e bandas nacionais como Barão Vermelho, Capital Inicial, Paralamas e outros.

Ao conhecer o Maré Cheia, Paulinho aprimorou sua técnica como backing vocal e passou a explorar mais seus arranjos através de efeitos e loops eletrônicos.

Renan Mesquita

Bateria e Vocal

Renan Mesquita se interessou por música logo cedo, aos 6 anos de idade, por influência de seu pai Evando Mesquita, que é guitarrista. Com ele, conheceu bandas como Kiss, Deep Purple, Led Zeppelin e Rush. Os bateristas dessas bandas chamaram sua atenção, despertando rapidamente o interesse pelo estudo do instrumento.

Aos 11 anos ganhou sua primeira bateria, mas só aos 13 formou sua primeira banda. De lá pra cá, já são 16 anos de música, passando por trabalhos de hard core, heavy metal, hard rock e pop, sempre levando consigo as influências do verdadeiro rock n’ roll.

Seu currículo ao longo desse tempo inclui premiações em festivais pelo Brasil, diversas experiências em estúdio, televisão, teatro musical, participação em shows de artistas consagrados e uma agenda musical com muitos compromissos.

Com uma pegada firme e um timbre de caixa marcante, Renan vem trabalhando forte ao lado do Maré Cheia para conquistar cada vez mais espaço no cenário pop rock nacional.

A história contada por quem conhece

Por Paulinho Thomaz – jornalista, cantor e compositor

Maré Cheia. A primeira vez que ouvi esse nome foi há oito anos. A cena do rock independente no Rio, especialmente em Jacarepaguá, fervia. Quase em todo final de semana, uma série de shows agitava o bairro: “ELAM”, “R9”, “Merck Rock”, “Rock no Buteco”… não faltava espaço para que as bandas pudessem apresentar seus trabalhos. E os caras estavam lá, sempre aparecendo.

O tempo passou, os eventos foram ficando cada vez mais escassos e consequentemente ficou mais difícil tocar por aí. Mas o Maré Cheia, com o seu “antenado” e determinado xerife Luciano, nunca desistiu do sonho.

Com o mesmo fiel pop/rock de tempos atrás, a banda investiu na gravação do seu primeiro DVD: Muito Melhor ao vivo – gravado em maio de 2010.

O novo trabalho traz doze músicas, divididas entre sucessos da banda e regravações. E Muito Melhor, a música da banda que dá nome ao DVD, abre a lista que ainda tem a balada Te Quero Também e versões de Primeiros Erros (Capital Inicial) e Hoje Eu Quero Sair Só (Lenine).

É apenas um novo capítulo na história desses quatro músicos cariocas. Sucesso, Maré!

Em busca do sucesso e unidos pela música para superar dificuldades
Banda Maré Cheia aposta em repertório de canções autorais e sucessos do pop rock

Por Rafaella Javoski — O Globo Barra / Publicado em 11/12/2011

O grande sonho dos quatro integrantes da Banda Maré Cheia é viver de música. Até lá, entretanto, Luciano Santos (vocal e guitarra), Edu Amorim (baixo), Paulinho Ferraz (teclados) e J. Couto (bateria) se dividem entre os shows e seus empregos. Muitas vezes, os ensaios semanais só começam à meia-noite.
Nascido no réveillon de 2007, o grupo fez este ano o show da festa junina do Retiro dos
Artistas.
— Quatro mil pessoas estavam lá. Foi inesquecível — afirma Santos.
Com influências que vão do chorinho ao rock progressivo, a banda tem no repertório canções autorais e sucessos do pop rock. E a música, para eles, também é terapia.
— Há um tempo, passamos por uma fase ruim, com todos nós desempregados. E foi a banda que nos reergueu — comenta Amorim.
Eles recordam uma grande frustração, hoje contada com bom humor. Em 2008, convidados para um show que teria na platéia o empresário do Jota Quest, fizeram uma apresentação para duas pessoas, uma delas a tia do vocalista.